terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Top #8 livros para aliviar o stress pós-carnaval.

Pós-Carnaval chegou, feriado acabou e o massacre começou! Seja na escola, faculdade ou trabalho não dá pra ficar parado, o stress te toma conta e o desespero grita internamente -assim espero! Bom, fiz uma lista com livros que não podem faltar pra vida, pelo menos os que eu mais amei e meio que trouxe  pra minha de maneiras positivas... Espero que gostem;
E ah! Hoje vou dar umas dicas de livros dando prioridade aos brasileiros, pois mesmo muitos criticando e todo esse mimimi pseudo-indie, ainda acho que o português tem um vocabulário extremamente vasto e por tanto uma das melhores formas de expressão liguistica, anyway, vamos ao #3:

Pequeno Principe (Saint-exupéry, Antoine), 1996.

Sim, o menininho do seu mundo particular que cuida de sua flor com enorme dadiva e amor... Porque coloquei este em primeiro? Porque mesmo sendo uma literatura extremamente infantil esse consegue ao mesmo tempo e de modo nostálgico, mandar uma "mensagem" de prosperidade aos adultos, digo, tem analogias maravilhosas que se aplicarmos ao dia-a-dia vamos aprender a sentir mais do que apenas fingir.
Sinopse: A história do Pequeno Príncipe atravessa gerações pelo seu encanto. Vale a pena colocar as crianças em contato com este menino sensível que ensina que nós somos os responsáveis por tudo que faz parte da nossa história e que cabe a cada um de nós resolvermos o que fazer e como olhar para ela.
Editora: Agir.

Misto-Quente (Bukowski, Charles), 1982.

A minha paixão por Bukowski veio de uma época que eu andava curtindo jazz, uma boemia, vida individualista e achando a solidão linda, o que de certa forma, concordo que quem nunca fez drama pouco sabe sobre a vida, sentimentos como esses ajudam a evoluir -mas precisa de precaução- e é exatamente disso que Bukowski fala, em uma leitura dolorida e comovente é impossível esquecer desse livro, que considero essencial a qualquer ser humano -sério.
Sinopse: O que pode ser pior do que crescer nos Estados Unidos da recessão pós-1929? Ser pobre, de origem alemã, ter muitas espinhas, um pai autoritário beirando a psicopatia, uma mãe passiva e ignorante, nenhuma namorada e, pela frente, apenas a perspectiva de servir de mão-de-obra barata em um mundo cada vez menos propício às pessoas sensíveis e problemáticas. Esta é a história de Henry Chinaski, o protagonista deste romance que é sem dúvida uma das obras mais comoventes e mais lidas de Charles Bukowski (1920-1994).
Editora: L&PM.

Música Para Cortar Os Pulsos (Gomes, Rafael), 2012.

Fiquei uns quatro meses apaixonada pela sinopse, teasers da peça e tudo o que envolvia o título que de primeira vista é tão assustador, até que dia 11 de novembro, ganho do Gabriel (seu lindo ♥) e bom, Rafael Gomes é um dos meus diretores/roteristas favoritos dessa cena nova no Brasil, e não só pela série exibida na Cultura (que agora sera reprisada pela Sony), Tudo o que é Sólido Pode Derreter ou curtas como Alice ou Relicário; Rafael, me passa uma identidade bem original mas que me lembra sentimentos crus correspondidos ao de Honoré ou até Marjane Satrapi -loucura cinematográfica da nat: mode on. Mas, eis então um texto escrito magnificamente bem, jogado ao desespero mas também ao amor; um livro que é pra ser carregado no coração -e na mochila.
Sinopse: Música para cortar os pulsos é uma peça em que o amor é retratado de maneira escandalosa, como em peça de Domingos de Oliveira, ou exagerada, como em Cazuza. Trata-se de dez breves cenas batizadas com títulos que remetem às fases de qualquer relacionamento amoroso: os sentimentos, os gestos e disfarces, as tentativas e as surpresas, inclusive os encontros. O resultado é um texto com o despudor das milhares de canções de amor, com a sinceridade e a inocência que as caracterizam e o desejo desavergonhado de traduzir essa complicada emoção.
Editora: Leya.

Top #4 ao #8:


1. Sentimento do mundo, Drummond. 
2. Leite Derramado, Chico Buarque. ★ 
3. Os Sofrimentos do Jovem Werther, Goethe.  
4. Dom Casmurro, Machado de Assis. 
5. Tropicalista Lenta Luta, Tom Zé. ☆     

Taí! Recomendo de coração essas leituras que deixam o coração quentinho e a mente fervendo; xx!

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Seis projetos de música nacional moderna que você precisa conhecer.

Carnaval, muita festa e principalmente propaganda que valoriza o país sobre tudo nessa época, e a partir disso eu resolvi postar algo sobre a música popular brasileira, apresentando alguns cantores, projetos e bandas que poderiam ser mais valorizadas por nós brasileiros, ao contrário do que se tornou, para muitos, a MPB, com músicas de único verso e refrão com um instrumental na maioria das vezes indiferente. Além disso, é preciso superar esse fascínio pela música estrangeira desenvolvido pela simples ideia de que em nosso país não existem bandas suficientemente boas, com poesias de uma língua que é tão bonita quanto qualquer uma, pois é, para nós, independente de uma tradução literal que não faça jus ao verdadeiro significado entre outros diversos pontos.

1 – Leo Cavalcanti, jovem cantor, compositor, multi-instrumentista e arranjador, é detentor de múltiplos talentos e desenvolve uma linguagem musical ímpar, tanto pela qualidade e originalidade de suas composições – que buscam o sincretismo cultural e a universalidade, com melodias ricas e intensas, poesia sofisticada que questiona e dialoga com seu tempo e procura os significados mais profundos da existência – quanto por seu grande potencial como cantor, instrumentista e arranjador de suas canções.

2 Cohem e Marcel, influenciados pela música dos anos 60, 70 e 80, pelo amor cantado por Marina Lima e Herbert Vianna, e inspirados em duplas como Jane e Herondy, Leno e Lilian e Caetano e Gal, surgiu a vontade de gravar algo paralelo a seus projetos individuais (Marcela, com o comentado disco ‘Será que Caetano vai gostar?’, lançado há um ano, e Daniel liderando a banda mão de oito, também na estrada com o EP ‘Vim’). O resultado é uma música enxuta, minimalista e essencialmente brasileira, com toques marcantes de rock, jazz e pop.

3 – Thiago Pethit é um cantor nascido na cidade de São Paulo. Fez sua estreia em 2008, com o EP ‘Em Outro Lugar’. Influenciado pelo vaudeville de Tom Waits, Kurt Weill, Leonard Cohen e pela cena underground dos anos 60 e 70, o primeiro álbum de Thiago - intitulado ‘Berlim, Texas’ - foi lançado em 2010, com produção de Yuri Kalil (Cidadão Instigado), sonoridade calcada no Folk e letras que discorrem sobre percalços amorosos e cotidianos.

4 – Jay Vaquer, cantor brasileiro, nascido no Rio de Janeiro. Filho de Gay Anthony Vaquer (guitarrista americano). Protagonizou em 2000 o musical Cazas de Cazuza, dirigido por Rodrigo Pitta, e que tinha no elenco Vanessa Gerbeli, Lulo Scroback e Bukassa Kabengele, entre outros. Depois do sucesso do musical, lançou seu primeiro disco, “Nem Tão São”, de forma independente. Deste disco, gravou 2 clipes com dinheiro próprio: “A Miragem” e “A ponta de um Iceberg”.
Em 2004 gravou seu segundo álbum, “Vendo a Mim Mesmo”, com 13 faixas. Desse álbum saiu seu terceiro clipe, para a música “Pode Agradecer”, obtendo destaque novamente na MTV.

5 – Agridoce é uma dupla brasileira de folk formada em São Paulo, Brasil em 2010. Sua formação são Pitty Leone (Shes, Inkoma e Pitty) que toma conta do piano minimalista e Martin Mendezz (Malefactor,Cascadura e Pitty) no violão dedilhado, ambos no vocal. Tudo deu origem enquanto mostravam a música dançando no livestream.

6 – Megh Stock teve seu primeiro contato com a música cedo, através do pai, Ivan, que toca violão. Durante a infância, costumava trancar-se na sala antes de todos acordarem para imitar as performances de Madonna e da muppet Miss Piggy. Mas até que optasse pela música como direcionamento artístico profissional, tomou outros rumos. Ainda menina, começou a fazer aulas de balé e dança moderna, chegando a tornar-se professora, participar de festivais pelo país e ser premiada internacionalmente. Contudo, largou a atividade aos dezenove anos, quando ficou grávida de seu primeiro filho.

Enfim, é isso. Tentei ter o cuidado para não colocar aqui, algo que fosse muito “conhecido”, como grandes nomes da música brasileira, que sim, tiveram seus nomes e trabalhos reconhecidos, mas em grande parte por gerações que não tinham o contato e acesso a diferentes gêneros como acontece atualmente.

sábado, 26 de janeiro de 2013

Entrevista: Muniz França, Fotógrafo.

Conversei com um jovem fotógrafo muito talentoso (além da incrível semelhança com Jared Leto) e pedi pra ele responder algumas perguntas sobre fotografia e sua vida profissional. Bem, me surpreendi com as respostas e gostei muito. Confiram só.

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Nome: Muniz França.

Idade: 19 anos.

Estado Imponente: Quando e como soube que estava começando a se interessar por fotografia?

Muniz França: Foi na época do Orkut, eu participava daquelas comunidades sobre “Photofiltre Studio’’ e gostava de fazer os efeitos que ensinavam lá, entrava em tópicos de “desafio - melhor montagem’’ etc., daí decidi partir pro Photoshop, me apaixonei por edição e tratamentos de imagens, daí não parei de mexer com fotos, mas até então era apenas um hobby.

E.I.: Qual foi seu primeiro passo para se tornar fotógrafo, digo, como você realmente “começou” a trabalhar como um? O que teve que fazer para se promover?

Muniz França: Bom, alguns anos atrás eu me mudei pro Rio de Janeiro e fui morar 1 ano lá com meu pai, tenho um tio que é fotógrafo, na verdade muitos da minha família mexem com eventos, uma verdadeira “panelinha’’, e quando ele descobriu que eu tinha experiência em Photoshop me chamou para trabalhar com ele na parte de diagramação de álbuns, depois de um ano ele me perguntou se eu tinha interesse em aprender a fotografar e me chamou pro meu primeiro casamento, lembro até hoje o nome dos noivos “Daniella e Dirceu’’ apesar do meu esforço as fotos ficaram um fiasco, afinal meu tio nem me ensinou direito a manusear uma câmera, com o tempo fui adquirindo mais experiência e voltei pra Minas Gerais, aqui comecei a trabalhar no melhor estúdio fotográfico da cidade, meu patrão me ensinou muita coisa e o legal que ele me da espaço pra trabalhar e fazer as coisas como eu quero, isso só teve consequências ótimas na minha profissão.

E.I.: Você gosta de fotografar objetos? Se sim, a partir de que momento um simples objeto se torna arte e serve de expiração?

Muniz França: A arte está em todo lado, você só precisa ter visão e saber articular com aquilo, registro tudo que me chama atenção, claro que minha especialidade são eventos e pessoas mas as vezes se eu vejo que aquele canivete velho do meu avô, aquele cachorro de rua dormindo de barriga pra cima ou até mesmo aquela orquídea da minha mãe vai render uma boa foto mesmo que tenha significado ou beleza só pra mim, porque não registrar?

E.I.: Qual foi sua primeira câmera e quais outras câmeras você adquiriu ao longo do tempo? Quais os principais fatores técnicos diferenciava cada uma da anterior?

Muniz França: Eu trabalho com equipamento Canon, comecei com uma Rebel T2i (Semiprofissional) atualmente estou com uma 7D a diferença entre uma e a outra é gritante eu poderia fazer uma lista imensa aqui.

E.I.: O que você mais gosta de fotografar? Pessoas, paisagens ou objetos? Por quê?

Muniz França: Gosto mais de fotografar pessoas: ensaios sensuais, crianças, casamentos etc.,
sei lá, pessoas transmitem sentimentos, ás vezes em questão de segundos, e quando você consegue capturar aquilo é tão satisfatório.395257_283902621709977_107139218_n

E.I.: Ao quê você fica atento antes de capturar a imagem?

Muniz França: Momento certo, sorrisos, olhares e gestos, aliados de uma boa ideia e alguma técnica podem sair resultados excelentes.

E.I.: O que você acha que diferencia as diversas fotografias e seus diversos fotógrafos?

Muniz França: Olha, o fotógrafo tem que saber deixar sua identidade no seu trabalho, tem gente que acha que só vai ser reconhecido colocando uma logo enorme em marca d’agua em todos os seus trabalhos, é preciso saber deixar um pouco de você na sua criação e isso não vale só para fotografia.
Um exemplo: Terry Richardson, impossível não reconhecer uma trabalho dele.

E.I.: Vi que você trabalha bastante em casamentos. O que você considera e acha mais importante documentar nessas cerimônias?

Muniz França: Casamento é uma coisa que flui muito sentimento, afinal é o dia mais importante daquelas pessoas e fotografar algo que é bom, que é importante pra alguém é muito gostoso.

E.I.: Fotografia para você é...

Muniz França: Hobby, refúgio, amor, a maneira que eu encontrei de expressar minha criatividade.

E.I.: Quais são seus portfólios e artistas favoritos?

Muniz França: Estou montando meu portfólio no Facebook, ainda está em andamento, logo meus trabalhos vão estar expostos lá, aguardem. Meus artistas favoritos são: Amy Winehouse (Ao contrário de muitos gosto da Amy pelas suas músicas), Ana Carolina, Helena Bonham, Lana Parrilla, Alexandra Breckenridge, Tim Minchin etc.

E.I.: Hoje em dia, com todos os recursos como a ilustração digital, desenho industrial e todas outras formas de comunicação visual, em quê você acha que a fotografia não poderá nunca ser substituída e como todos esses recursos podem trabalhar juntos?

Muniz França: Olha, hoje em dia tem espaço pra tudo e claro que esses recursos podem sim se engrenar a fotografia, na verdade eu acho que esses recursos são para facilitar as coisas não para substituir.

Trabalhos de Muniz:

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Enfim, quero agradecer muito ao Muniz, mais uma vez e desejar muito sucesso. Vocês podem encontrar ele aqui no twitter também.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Olá dois + 1 Filme Para Cada Dia de Férias

Hell-o!
Minha primeira postagem, portanto, vou dar umas dicas de filmes -afinal, é uma da poucas coisas que eu tento entender e aprender. A minha proposta é que já que estamos no final das férias, contando que a maioria começam as aulas no dia primeiro de fevereiro, eu, a rainha do filmow -mentira-, fiz uma lista de dez filmes sendo, um por dia até o começo das aulas, que tal?
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Medianeras (ou, Medianeras: Buenos Aires na Era do Amor Virtual) (2011)




Comecei por ele por paixão, nunca um filme de romance meio seco e cheio de desencontros me deixaria tão boba. A pitada de drama e comédia foi uma das coisas mais sensatas que já vi no cinema argentino, creio que é a pitada perfeita pra assistir nas férias e ficar com um ar de felicidade no peito.
Sinopse: Martin (Javier Drolas) e Mariana (Pilar López de Ayala) vivem na mesma rua, em edifícios opostos, mas eles nunca se conheceram. Eles andam pelos mesmos lugares mas nunca notaram um ao outro. Quais são as chances deles se conhecerem em uma cidade de três milhões de habitantes? O que os separa, irá uni-los.
 
  
Persepolis (ou, Persépolis) (2007)

Imaginem uma história fascinante iraniana, adaptação de hq maravilhosa e mais, a dublagem feita por Chiara Mastroianni (La Belle Personne, Les Chansons D'amour, entre outros...) no papel principal. Não preciso nem dizer que foi uma das melhores animações que já vi, né? E o que acho mais interessante é ser uma animação porém pro publico adulto, ou seja, só amores.
Sinopse: Marjane Satrapi (Gabrielle Lopes) é uma garota iraniana de 8 anos, que sonha em se tornar uma profetisa para poder salvar o mundo. Querida pelos pais e adorada pela avó, Marjane acompanha os acontecimentos que levam à queda do xá em seu país, juntamente com seu regime brutal. Tem início a nova República Islâmica, que controla como as pessoas devem se vestir e agir. Isto faz com que Marjane seja obrigada a usar véu, o que a incentiva a se tornar uma revolucionária.
   
The Dreamers (ou, Os Sonhadores) (2003)

Para os apaixonados por cinema, Os Sonhadores é mais que um filme, é um
retrato fiel da luta  pela liberdade no ano de 68, tanto que, Bernardo Bertolucci coloca um maravilhoso triangulo amoroso de tirar suspiros, não só pelos
atores e sim, pela ideia de o amor ser levado como devoção e não romance.
O ponto que mais me chamou a atenção e acho que merece destaque é que o triangulo se faz de um casal de irmãos, o que provoca muito cuidado e inteligencia para não confundir com incesto e se tornar um filme perturbador, isso Bertolucci conseguiu com facilidade, outro que não pode passar despercebido, é por quem ter assistido a clássicos cinematográficos perceber varias analogias ao decorrer do drama e é exatamente isso que conecta a gente com o filme em uma perspectiva assustadoramente boa.
Sinopse:  Matthew (Michael Pitt) é um jovem que, em 1968, vai estudar em Paris. Lá ele conhece os irmãos gêmeos Isabelle (Eva Green) e Theo (Louis Garrel). Os três logo se tornam amigos, dividindo experiências e relacionamentos enquanto Paris vive a efervescência da revolução estudantil.
Ta aí, primeira postagem é sempre aquele caos com medo mas espero que tenham gostado e que comentem e sigam o blog, beijos e até mais. 

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Apresentação + "Infinite" Tracks

OLÁ, BOM DIA, BOA TARDE, BOA NOITE, WHATEVARR
Essa é a primeira postagem do blog então eu pensei em alguma maneira de dizer "boas vindas" (?) só que acho que pra isso eu tenho que explicar uma coisa antes: o nosso objetivo.
Bem, os "blogs" realmente bombaram entre 2009 e 2011, todos tinham, todos gostavam, escreviam, quem não tinha se sentia excluído do mundo queria criar e era uma coisa de louco (não), e bem, estamos em 2013. O mundo não acabou, jesus não voltou, os maias estavam errados blábláblá porém sim, ainda usamos blogs. E é bem útil mesmo, porque é uma das principais maneiras de compartilhar conhecimento ou qualquer coisa, apesar das redes sociais, é uma fonte que eu considero mais "segura". Mas enfim, não só para informações, mas para piadinhas, textos, coisas legais, estabelecer qualquer tipo de comunicação etc. Existem milhares de blogs com diversas categorias, coisa que resolvemos não estabelecer aqui, então, provavelmente você possa encontrar de tudo. Desde que nos venha expiração, pretendemos brincar bastante com nossa criatividade.
Nossa: dos dois colunistas que decidiram começar com o blog. Na verdade, temos planos que vão além de um blog na internet, mas todos precisam começar em algum lugar, certo? correto, e pra isso precisamos ~MESMO~ da ajuda de vocês. Mesmo que seja pra comentar falando que tá uma merda, xingar muito no twitter (até porque aí já rola um merchandising), compartilhar, mandar o link pros amigos, seguir, ou simplesmente saber o nome dos colunistas ou do blog (não que o último seja suficiente para nós). Mas então é isso, precisamos de vocês pra começar e seguir adiante, ATÉ PORQUE queremos mais colunistas, então vamos pensar em alguma coisa mais para frente.
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E agora, já começando com o ritmo, a outra parte do post é sobre um sistema que não é muito conhecido no Brasil ainda, que é o 8tracks. O site funciona como uma rádio, uma mixtape feita pelos usuários que podem conter pelo menos 8 faixas. As pessoas podem criar mixes ou simplesmente escutar. Criar perfis para poder compartilhar suas playlists, seguir e curtir outras.
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Uma facilidade do site, é que tem graça até para aqueles que não estão cadastrados, você pode acessar e escolher a playlist que quer ouvir através de tags como essas:
e pode até misturar e ver o que encontra ou escrever o nome de artistas, tem de tudo!
Outra coisa interessante são os nomes das playlists, é como se tivesse uma pra cada momento, como uma música de fundo mesmo, e é incrível a maneira de encontrar novas músicas e se apaixonar pelos artistas, além da expectativa pela música seguinte, sem saber qual é a próxima, você fica esperando tocar alguma coisa que goste ou que te agrade, mas caso venha algo ruim, você pode simplesmente passar.
E além de tudo isso, ainda tem os aplicativos, que são ótimos, apresentam uma interface dinâmica que te dá vontade de mexer em tudo e ver o que descobre, afinal, a cada atualização são várias playlists diferentes.
Aqui vocês encontram os aplicativos no Google Play e na App Store.
ENTÃO, é isso gente. Não sabemos quando tem post novo, mas estamos ansiosos rs. E a forma de vocês descobrirem quando tiver coisa nova além da divulgação é participando, na caixa de seguidores do lado.
Obrigado pelo tempo de vocês e prometo que os próximos posts não serão tão extensos rs.